domingo, 28 de novembro de 2010

A artista visual Rogeria Maciel visita o Instituto Sacatar e colabora com a instituição com o seu conhecimento em crítica da arte


Os artista visuais Rogeria Maciel e Willyams Martins e o Coordenador do Instituto
Sacatar Alex Esquivel.
O Instituto Sacatar, uma entidade sem fins lucrativos, e tem um programa de residências artísticas. O Sacatar oferece a artistas do mundo inteiro, também artistas brasileiros de diversas áreas, premiando-os com os custos com transportes, alimentação e estadia, além de um studio exclusivo para se produzir arte.
Para saber mais sobre o Instituto Sacatar acesse o Site http://www.sacatar.org/

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ópera Brasileira e Sertaneja

Matéria publicada pelo jornal Estado de Minas no último dia 21 sobre o Festival da Ópera Brasileira. Vale a pena conferir - clique sobre a imagem para ampliá-la.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

"De viola, formas e cores"





A exposição artística "De viola, formas e cores" reuniu esculturas do artista plástico Dão Barros e pinturas de Sílvio Jessé. Estas são algumas das fotos da exposição, que foi montada no Restaurante Carneiro & Cia., na noite do Canto Lunar, no dia 20 de novembro de 2010.
A curadoria foi feita por Rogério Luiz Oliveira, que assinou este texto de apresentação.

O Viveiro de Cantigas pensou que na noite do Canto Lunar, não poderiam faltar pequenas demonstrações das artes visuais que são inspiradas neste ar sertanejo. Evidentemente que tarefa como esta exige um esforço infindável, visto que são muitos os artistas que se manifestam por meio das artes plásticas. A árdua tarefa, então, foi optar por dois deles, reunindo-os na mesma exposição “De viola, formas e cores”. O próprio nome é sugestivo no sentido de dizer que a viola, que divide com a lua o papel de grande anfitriã da noite, também está presente nos traços e formas das obras de arte.
As formas, em questão, brotaram da dedicação e inspiração do artista plástico, músico e luthier Dão Barros. Um autodidata na arte de versar, de compor harmonias e de esculpir, Dão deu sentido a palavras, harmonia aos acordes e formas a pequenos pedaços de madeira. Seu trabalho escultórico revela tamanha sutileza que, por vezes, suas esculturas parecem emitir som. Música e escultura sempre caminharam juntas no modo de expressão de Dão Barros. Nesta sua passagem por aqui, que durou até 2010, quando faleceu, muitos foram os momentos de percepção de sons soltos no ar e curvas disfarçadas em meio à madeira já pertencente à natureza morta. As obras de Dão Barros, disponibilizadas para a exposição revelam a alma e a intensidade de um verdadeiro artista.
Se já esclarecemos o sentido da viola e das formas no nome da exposição, falta-nos, então, falar das cores. Falemos, pois, do artista plástico Sílvio Jessé. Conquistense nascido na década de 1960, Sílvio costuma dar cores aos seus traços que tão bem representam o cenário comum da terra natal. A cena, muitas vezes, é de seca, de sofrimento, de falta de esperança.
No entanto, a uniformidade de paisagens cinzentas, ganha a companhia da intensidade de cores que sinalizam os mais bonitos e esperançosos sentimentos que, no fundo, habitam nossos desejos diante de cenas como aquelas. Há de se sublinhar o verde, a cor que traduz mais que nossa vontade, mas a renovação de uma força que nunca seca diante das dificuldades.

Rogério Luiz Oliveira

Blow-up na Mostra Fotografia, Memória e Cinema

Nesta terça-feira, ia 23 de novembro de 2010, a Mostra Fotografia, Memória e Cinema segue com a programação. Desta vez, Blow-up, de Michelangelo Antonioni. O comentário fica por conta do Prof. Dr. Jorge Viana, um amante e estudioso da fotografia. A expectativa é grande para o comentário do professor, já que em seus estudos ele prioriza os efeitos da exploração de inusitados pontos de vista na fotografia. Para se ter uma ideia, em suas pesquisas ele dedica atenção ao fotógrafo Alexander Rodtchenko.
Antes de Blow-up, será exibido o produto audiovisual Moinho de Vento, de Claude Santos. É um trabalho em homegam ao poeta Mário Quintana.
A Mostra é uma realização do Programa Janela Indiscreta - Cine Vídeo.

sábado, 20 de novembro de 2010

Uma noite de lua, um Canto Lunar












Aí gente. Tudo bem? Passo de duas da madrugada e posso dizer que a noite do Canto Lunar foi mágica. A lua cheia estava reluzente e o céu bastante estrelado. Miltinho Edilberto, Geslaney Brito e Iara Assessú nos presentearam com apresentações muito emocionantes. O evento foi super bacana. Um público grande e bastante caloroso foi ao Nazaré Ranch. Ainda rolou a exposição "De viola, formas e cores", com obras de Sílvio Jessé e Dão Barros, dois artistas conquistenses. Bom, logo trago mais notícias e mais fotos da noite.

Sabe aquela noite que você sai de casa e não imagina que vai ouvir um violeiro tocar Beatles naquelas dez cordas? Pois é, Miltinho estava inspiradíssimo hoje. Contou aquelas histórias divertidíssimas, explorando as figuraças humanas de cada região do nosso país. O mineiro que conversa com o gaúcho, a reação dos homens de vários estados diante da mesma situação de ver a mulher o traindo. Boas risadas... Acho que uma postagem só é pouco espaço para umas coisas que preciso dizer.